Artistas › Rafael Bittencourt
Rafael Bittencourt é sem dúvida um dos maiores guitarristas do Brasil. Basta dizer que ele divide as guitarras do grupo Angra com Kiko Loureiro, em shows nacionais e internacionais. Além da agenda do Angra, Rafael também faz workshops por todo o Brasil, levando seu conhecimento e experiência para uma legião de fãs. Com esse cotidiano cheio de atividades ligadas à música e à guitarra, Rafael Bittencourt precisa de um setup prático, com timbres profissionais e acima de tudo, confiável. A escolha dele por incorporar a pedaleira BOSS GT-10 ao seu setup de shows e workshops é motivo de orgulho para a equipe da BOSS no Brasil.
Qual sua opinião sobre a GT-10?
"A GT-10 é uma pedaleira ultraversátil. Eu a uso de muitas maneiras diferentes e sempre levo comigo para os shows! Quando estou com o meu próprio amplificador eu a ligo diretamento no input do ampli como uma pedaleira de efeitos. Quando não posso levar o meu próprio amplificador ou o ampli alugado não é legal, posso utilizar as simulações de amplificadores da GT-10 direto em linha ou na potência (return) do amplificador da casa. Também posso usá-la para controlar outros racks de efeitos via MIDI. Ela tem vários tipos de "whas" que posso regular de acordo com minha necessidade e utilizar o pedal de expressão para várias funções (volume, wha-wha, wammy, quantidade de efeito e etc). Em alguns casos, envio os efeitos direto no loop dos amplificadores e em outros, envio direto no input. Como a GT-10 pode ser ligada em linha também, ela é uma solução bem prática em gravações. Ela é de metal super-reforçado, o que para mim é importante porque estou sempre indo de um lado para outro e preciso de equipamentos duráveis. Ela tem muitas utilizações para situações diferentes, o que torna a GT-10 um item indispensável no meu equipo. Há duas coisas que, de primeiro momento, já se percebe: primeiro, a facilidade de uso. A função EZ Tone é uma grande sacada, porque ela separa, por estilos, uma gama de sons que cada um usa. A Boss já tinha alguns presets , mas agora eles agruparam os estilos. Outra coisa é a qualidade dos sons: o processamento dela é totalmente diferente. O grave vem bem consistente, o som todo mais encorpado. O agudo também tem mais definição, sem parecer digital, mais amaciado.
E quanto ao recurso EZ-Tone?
É para todos, porque o guitarrista não precisa partir do zero para criar um timbre. Isso é uma facilitação que serve para qualquer pessoa. Para um músico de estúdio, por exemplo, que não pode perder tempo, há um banco que chama Studio, com alguns sons que, geralmente, o produtor requer. Ele tem um som limpo com chorus bonito, um de solo, uma base legal, um ritmo, wha-wha, tudo meio pronto.







