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DungaMarcelo Vieira, mais conhecido como Dunga, pode ser considerado um dos baixistas mais versáteis do País. O instrumentista costuma acompanhar artistas renomados no cenário nacional - como Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, Roberto Carlos, Daniela Mercury, João Donato, Ney Matogrosso, Rita Lee e Zélia Duncan, entre muitos outros - independentemente do estilo musical.

Seu debute profissional aconteceu em grande estilo. Com apenas 18 anos, foi convidado para integrar a banda de Cássia Eller. "Ela foi muito importante, pois tinha um repertório eclético, apresentando desde canções do underground paulista até do jazz francês", conta. Em 1990, passou a acompanhar o cantor e compositor Oswaldo Montenegro. "Além de me levar para o Rio de Janeiro, ele também simplificou o meu jeito de tocar, pois tive que reaprender a executar MPB com uma nota por compasso", explica.

Após acompanhar diversos artistas brasileiros, Dunga atualmente percorre o País ao lado de Lulu Santos. O cantor e guitarrista carioca também é uma das principais influências do baixista. "Afora as dicas de como tocar, ele me apresentou diversos músicos que eu não conhecia. Com isso, pude aperfeiçoar minha técnica e sonoridade", explica.

Desde 2008, Dunga conta com o auxílio da pedaleira GT-10B para realizar suas performances. "O primeiro recurso que chamou minha atenção foram os sons dos amplificadores. Não tem nada parecido com isso no mercado de contrabaixo. Além do mais, os efeitos são incríveis e a operacionalidade dela é fantástica", enfatiza.

Como a GT-10B auxilia em seu trabalho?
De várias maneiras. Primeiro, ela simplifica o envio do sinal para o P.A. e para a mesa. Além disso, apresenta uma qualidade sonora muito fiel. E, para terminar, conta com uma saída XLR. Era o que faltava nos equipamentos desse gênero.

Quais são as ferramentas que você mais utiliza?
Gosto muito dos simuladores de amplificadores, principalmente do Ampeg; dos efeitos, como distorção, compressão, t-wah e wah-wah; e do synth.

Qual foi o recurso da GT-10B que chamou mais sua atenção?
Além do som, fiquei muito impressionado com a quantidade de operações que ela apresenta. É possível misturar diversos elementos de forma simples e prática.

Você utilizou o multiefeito para guitarra ME-5. Qual a diferença desse modelo para a GT-10B?
Para mim, a principal questão está na preservação dos harmônicos e dos graves. A ME-5 não é uma pedaleira digital, enquanto a GT-10B é. Outra vantagem são os conversores, que são excelentes nessa versão exclusiva para baixistas.

O que os seus companheiros de banda estão achando da GT-10B? Todos ficaram impressionados com a qualidade sonora. O Lulu, por exemplo, gostou do simulador de Ampeg. Já o engenheiro de som falou que houve uma diferença muito grande após eu começar a usar a pedaleira.

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