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Tomati1Versatilidade é uma das características fundamentais para a formação de um bom instrumentista. Aquele que impõe barreiras a si próprio, limitando-se a apreciar apenas alguns estilos, dificilmente consegue desenvolver técnicas essenciais para o aprimoramento de sua carreira. No entanto, outros que se predispõem a absorver todas as influências possíveis, sabendo filtrar o que pode ser benéfico, têm mais chances de se tornarem excelentes músicos. Esse segundo caminho foi escolhido por Carlos Nascimento, também conhecido como Tomati.

O guitarrista, que começou a se interessar por música ainda muito jovem, frequentou diversas escolas especializadas, como o CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical), em São Paulo, e o Musicians Institute, em Los Angeles, Estados Unidos. “Foram grandes momentos juntamente com Joe Pass, Scott Henderson, Carl Schroeder, Joe Diorio e Don Mock”, recorda-se. Nessa fase de aprendizado, Tomati integrou diversas bandas, independentemente do estilo delas. Tocou rock, pop, jazz, bossa nova e MPB. E essas experiências, aliadas às influências de artistas como Hélio Delmiro, Baden Powel, Tom Jobim, Oscar Peterson, Jimi Hendrix e Pat Metheny, forneceram os materiais essenciais para a construção de sua carreira.

Atualmente, o guitarrista integra o sexteto do programa de Jô Soares, juntamente com Miltinho, Derico, Bira, Osmar e Chico. Além disso, Tomati mantém alguns projetos em mente. “Preciso de investidores para realizá-los”, conta. Na parte de equipamentos, o músico está bem acompanhado. Para auxiliá-lo, ele conta com os amplificadores MICRO CUBE, MICRO CUBE-RX e CUBE-80X; os racks GT-Pro e SE-70; e os pedais Compression Sustainer CS-2, RC-20xl Loop Station e Digital Delay DD-3.

Como surgiu a oportunidade de firmar parceria com a Roland Brasil?
Gosto muito dos produtos e da maneira como a empresa trata seus parceiros. Estou orgulhoso de fazer parte dessa equipe. Tanto a BOSS quanto a Roland sempre se mantêm na vanguarda.

Antes da parceria, você já utilizava os racks GT-Pro e SE-70, além dos pedais Compression Sustainer CS-2, RC-20xl Loop Station e Digital Delay DD-3. Você utiliza diferentes equipamentos para cada estilo?
Cada gig tem um som. Não utilizo o mesmo equipamento de um trabalho rock-and-roll em uma banda de bossa nova, por exemplo. Sempre procuro sonoridades diferentes para cada projeto e a BOSS me proporciona as ferramentas ideais para estudos e apresentações.

Você também possui três amplificadores Roland: o MICRO CUBE, o MICRO CUBE-RX e o CUBE-80X. Fale um pouco sobre esses equipamentos.
Costumo utilizar o CUBE-80X juntamente com o sexteto, já que ele me oferece som limpo e outros efeitos que podem ser controlados por um footswitch duplo BOSS. Esse ícone desenvolvido pela Roland é muito simples de mexer e, recentemente, foi elogiado por Herbert Vianna, integrante do Paralamas do Sucesso.
O MICRO CUBE fica em casa ou me acompanha em gigs. Quase sempre ligado à pilha, que apresenta uma incrível duração, esse equipamento é leve. Utilizei esse amplificador no disco de Michelle Spinelli. Gravei duas músicas com ele plugado em linha e com um pouco de delay. Em bares que possuem amplificador, costumo usá-lo como multiefeito.
Por fim, o MICRO CUBE-RX é a prova de que a Roland ouve as opiniões e as necessidades dos músicos. A possibilidade de ter um amplificador com efeitos e uma bateria eletrônica controlada por um footswitch duplo é sensacional. Além disso, ele conta com metrônomo, ferramenta indispensável no aprendizado musical, e uma saída para fones de ouvido. Desse modo, não atrapalho quem está assistindo a novela. Por apresentar excelente qualidade, ser leve e funcionar à pilha, acabou virando meu companheiro.

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