Artistas › Rodrigo Paciornik
Músicos costumam ser profissionais dedicados e, acima de tudo, criativos. Um exemplo disso é o baterista e percussionista curitibano Rodrigo Paciornik, que inovou ao incorporar batidas tribais em diversos estilos de música eletrônica.
O diferenciado trabalho do brasileiro já rendeu inúmeros convites do exterior. Entre os shows mais importantes, estão as participações no festival Time Warp, em Frankfurt, e na festa Pendragon, em Londres. O artista também costuma receber atenção em sua terra natal, com apresentações no Skol Beats, Cream e Axe Journey, entre outros.
Para executar seus projetos, Paciornik conta com diversos equipamentos desenvolvidos pela Roland Corporation, mas os principais são os três Octapad SPD-30. “Eles casam perfeitamente com a música eletrônica.”
Como conheceu o SPD-30?
Tive um SPD-20 há uns sete ou oito anos. Mas conheci por meio de um amigo e fiquei impressionado com a sonoridade e os recursos.
Quais as características mais chamaram a sua atenção?
O SPD-30 oferece uma sonoridade perfeita e recursos infinitos. Os três que eu tenho casam perfeitamente com a música eletrônica.
Como costuma utilizá-los?
Faço os meus sons e meus setups para poder utilizar adequadamente na música eletrônica. Na verdade, os sons de fábrica são perfeitos, mas só deixo com a cara do meu trabalho. Esse é o segredo. Também crio minhas páginas, dando novos nomes a elas para não me perder.
De que maneira esses produtos auxiliam em seu trabalho?
Facilitam muito a minha vida, principalmente porque viajo bastante. Os SPD-30 são bem mais práticos que os modelos anteriores – tive o SPD-12 e o SPD-20 também. E não deixa a desejar na qualidade sonora.
Como foi a adaptação?
Foi rapidíssima. Acredito que esses produtos são fabricados visando a praticidade em todos os sentidos. Por isso, não tive problema algum.
E como foi a ‘recepção’ dos outros músicos?
A reação é muito bacana, misturando curiosidade com espanto. Eles ficam horas vendo minha apresentação e, depois, tiram dúvidas ou pedem para experimentar. No geral, a recepção é sempre positiva.








